METODOLOGIA DA CONFERÊNCIA · VERSÃO 0.1.0
A confiança está no processo.
Uma conferência pública precisa ser explicável e reproduzível. Conheça as regras que orientam o EU CONFIRO.
Duas fontes, sempre identificadas
O resultado oficial é o publicado pelo TSE. A totalização independente soma as seções com evidências aceitas pela metodologia. Os dois fluxos permanecem separados, com origem e atualização explícitas.
Duas capturas independentes por seção
A regra de aceitação exige duas evidências com resultados idênticos, de pessoas diferentes e contas, sessões e missões distintas. Não basta ter dois arquivos ou duas contas: o mesmo conjunto de fotos não vale como dois registros independentes. A captura verificada exige autenticação, vínculo à missão, comprovação de origem e validação estrutural. O fluxo de missão exige câmera funcionando: primeiro a leitura de todos os QR Codes e a validação no servidor, depois as fotos do boletim. A coleta concluída não certifica, por si só, presença física ou independência e não entra automaticamente na cobertura de votos aceitos. A certificação de origem da captura e sua integração com a aceitação e publicação independente ainda precisam ser concluídas e testadas no piloto.
O mesmo universo de comparação
Comparar uma parte das seções com o resultado nacional completo pode induzir a erro. A comparação de integridade recompõe os valores oficiais usando exatamente as seções do conjunto independente.
Cálculos que qualquer pessoa pode reproduzir
Cada conjunto terá uma lista de seções e seu hash SHA-256. Os identificadores são ordenados, serializados como um array JSON sem espaços e processados em UTF-8. Uma seção duplicada bloqueia a agregação. Votos são calculados como inteiros exatos.
Divergências exigem conferência
Capturas conflitantes ou divergências com o registro oficial entram em revisão e ficam fora do conjunto aceito nesta versão inicial. A ausência do registro oficial é identificada; duas capturas coincidentes podem compor o fluxo independente, sem receber o status de conciliação oficial.
Inteligência artificial fora da cadeia numérica
IA não define votos, vencedores ou a verdade de um boletim. Eventuais sinais de qualidade e observações de OCR são consultivos. O cálculo e a conciliação usam regras determinísticas.
Limites da evidência
Captura pela câmera no navegador não prova presença física de forma absoluta. A confiança depende da combinação de evidências independentes, preservação dos originais e conciliação oficial. Uma divergência não é, por si só, prova de fraude.
Politicamente neutro. Baseado em evidências.
Fontes e transparência